sábado, 29 de agosto de 2009

Racismo, diga não.


Este ensaio descreve alguns acontecimentos que revelam formas pelas quais o preconceito é veiculado em São João del Rei. Em seguida, teceremos comentários acerca de algumas condições históricas que desencadearam o preconceito. Consideramos as condições histórias um terreno fértil para a composição da exclusão do diferente e, em conseqüência, para o desenvolvimento da negação da população negra, que subsistem até hoje, alem de desqualificação social destes. A existência destes preconceitos acarreta e amplia os contrastes econômicos e sociais, uma situação incompatível com o país que desejamos construir.
Esta pesquisa estrutura-se em quatro partes:
A primeira é uma breve introdução sobre o racismo no Brasil em geral.
A segunda, que apresenta os dados históricos, refere-se a influencia que a nossa historia exerce sobre nosso modo de pensar e agir sobre determinado assunto (racismo).
A terceira parte apresenta os dados relativos ao racismo no século XXI e nas escolas, nos alertando que a sociedade é preconceituosa, logo a escola também será.
A quarta, finalmente, apresenta uma análise preliminar desses dados e oferece algumas questões que, cremos nós, deverão ser objeto de reflexão por parte deste grupo que analisar estes fatos.
Esperamos, assim, estar contribuindo para o aprimoramento do processo de inclusão e a abolição do racismo na nossa sociedade, de modo a assegurar uma interação entre todas as etnias.
1. Racismo às escuras.

“Não caçamos pretos, no meio da rua, a pauladas, como nos Estados Unidos. Mas fazemos o que talvez seja pior. A vida do preto brasileiro é toda tecida de humilhações. Nós tratamos com uma cordialidade que é o disfarce pusilânime de um desprezo que fermenta em nós, dia e noite”( Nelson Rodrigues)

Tendo em vista o especialista em denunciar as farsas da qual, muitos acreditam, Nelson Rodrigues aponta mais um fato que se esconde por detrás das aparências, uma crença de que se vive no Brasil uma democracia racial. E pesquisando ainda mais este assunto, afunilaremos o contexto abordado para pesquisá-lo apenas em São João del Rei. Como esperado a idéia de uma democracia racial também esta presente nesta região, sendo assim negado sempre a existência de um preconceito, tornando-se difícil de ser compreendido e combatido o racismo.
Sabe-se da discriminação, mas não se quer falar a respeito. Diversas pesquisas, como a apontada pela Revista Veja (10.01.1996) ocorreu uma constatação unânime em advertir que o preconceito é sistematicamente considerado como característica do “outro”. Chegou a resultados extremos - 97% das pessoas afirmaram não ter preconceito e 98% dos entrevistados diziam conhecer, sim, amigos e parentes próximos que têm preconceito racial.
Assim sendo, as pessoas possuem consciência do racismo, entre tanto, acreditam que este é um problema do outro.
Em São João del Rei o preconceito não é abertamente afirmado, dificultando a elaboração de leis que favoreçam sua reversão. Existe ainda aquela velha ideologia que somos “um verdadeiro exemplo para as outras nações” e que vivemos num país em que as diferenças são respeitadas. Em função disso, a população negra encontra-se em uma situação mais precária de vivencia com relação à população considerada branca. Tornando assim as condições sociais de vida dos negros um processo dificultado e lento.
Tento em vista tais referencias, buscamos, neste ensaio, compreender o racismo na nossa região, com o intuito de subsidiar discussões e decisões futuras acerca dos casos mais freqüentes.

2.Conhecendo o passado para entender o presente

O antigo Arraial Novo do Rio das Mortes deu origem à cidade de São João del-Rei. Os primeiros sinais de ocupação européia da região remontam à 1701. Na região do atual centro da cidade, os primeiros sinais de ocupação arraial remontam a 1704, quando o paulista Lourenço Costa descobre ouro no ribeirão de São Francisco Xavier, ao norte da encosta da Serra do Lenheiro. Nessa época, Lourenço Costa trabalhava como escrivão no Porto Real da Passagem, local onde Antônio Garcia da Cunha, genro e sucessor de Tomé Portes del-Rei, explorava a travessia do rio das Mortes. Usando como mão-de-obra o escravo.
O negro era considerado escravo, um simples “objeto” de barganha para a população portuguesa. Assim foi semeado e regado a ideia de que o negro não passava de um instrumento de trabalho e essa ideologia foi sendo revigorada ano após ano.
Estudos e descrições de testemunhas revelam que os negros viviam como se fossem animais. Não tinham nenhum direito, e pelas Ordenações do Reino podia ser vendido, trocado, castigado, mutilado ou mesmo morto sem que ninguém ou nenhuma instituição pudesse intervir em seu favor. Eram tratados como uma propriedade privada.
Suas alimentações eram pessimas, uma situação de calamidade alimentar, pois os senhores muitas vezes nem comida davam aos seus cativos. No final do século XVIII Vilhena descreve a situação dos escravos no particular:
[...] dever-se-ia de justiça e caridade providenciar sobre o bárbaro e cruel e inaudito modo como a maior parte dos senhores tratam os desgraçados escravos de trabalho. Tais há que não lhes dando sustento algum lhes facultam somente trabalharem no domingo ou dia santo em um pedacinho de terra a que chamam “roça” para daquele trabalho tirarem seu sustento para toda a semana acudindo somente com alguma gota de mel, o mais grosseiro, se é tempo de moagem.
Muitos estudiosos, como Ademar Vidal, afirmam que a comida era jogada no chão, e os escravos se lançavam em um salto de gato, para apoderar-se da comida misturada misturada com grãos de areia.
A jornada de trabalho era de catorze a dezesseis horas sob a fiscalização do feitor, que não admitia pausa ou distração. O julgamento do escravo era na maioria das vezes feito na própria fazenda pelo seu senhor, havendo casos de negros enterrados vivos, jogados em caldeirões de água ou azeite fervendo, castrados, deformados, além dos castigos corriqueiros, como os aplicados com a palmatória, o açoite, o vira-mundo, os anjinhos (também aplicados pelo capitão-do-mato quando o escravo capturado negava-se a informar o nome de seu dono) e muitas formas de coagir o negligente ou rebelde.
Sendo assim constatamos que o racismo tem sua origem desde a chegada dos escravos na nossa região, ao qual foram tratados como animais. Desenvolvendo uma consciência de que o negro não merecia respeito ou qualquer sentimento de compaixão ou pena, nos levando a considerá-los mercadorias sem importância significativa.
Sobe estes aspectos o negro não tinha nenhuma liberdade, não podiam entrar nas igrejas, pois estas eram feitas apenas para os brancos. Não podiam se divertir, pois seus donos os exploravam ao máximo e não lhes restava tempo para essas regalias.
A abolição da escravatura brasileira foi um processo lento que passou por várias etapas antes sua concretização. Criaram-se leis com o intuito de retardar esse processo de abolição como a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários entre outras, as quais pouco favoreciam aos escravos.
Quando finalmente foi decretada a abolição da escravatura, não se realizaram projetos de assistência ou leis para a facilitação da inclusão dos negros à sociedade, fazendo com que continuassem a ser tratados como inferiores e tendo traços de sua cultura e religião marginalizados, criando danos aos afrodescendentes até os dias atuais.
3.O século XXI
Os séculos já não são os mesmos, o escravo já não está mais presente, mas o racismo ainda está entre nós.
Em São João del Rei os negros ainda enfrentam muitas dificuldades para superar as discriminações na sociedade em geral. Mesmo com o reconhecimento da igualdade formal perante a lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 que determina que irão responder por racismo aqueles que praticam os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, assim sendo o presidente da república e o Congresso Nacional decreta e sanciona as leis de punições a estes, mas na prática essa lei não vigora com êxito e os negros não conseguem facilmente as mesmas posições que os brancos, principalmente no plano econômico.
O racismo na nossa região continua ocorrendo de maneira velada no meio social nas últimas décadas. Mesmo após a promulgação da constituição de 1988, que considera o racismo como “crime inafiançável e imprescritível”, ainda se lê anúncios de empregos em jornais procurando pessoas de “boa aparência” o que, na realidade significa uma recusa quanto à contratação de negros.
3.1.O preconceito nas escolas
Pesquisas revelam que as escolas são dominadas por preconceitos. Analisando está afirmação na nossa região constatamos que essa afirmação é verídica.
O preconceito e a discriminação estão fortemente presentes entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas. Os que mais sofrem com esse tipo de manifestações são os negros e partos, pois são ignorados pela sociedade. Além disso, pela primeira vez, foi comprovada uma correlação entre atitudes preconceituosas e o desempenho na prova. Estudiosos acreditam que as notas são mais baixas onde há maior hostilidade ao corpo docente da escola.
Mias de 80% das pessoas presentes nas nossas escolas gostariam de manter algum nível de distanciamento social de pobres e negros.
Mas temos em mente que o preconceito não é isolado. “A sociedade é preconceituosa, logo a escola também será. Esses preconceitos são tão amplos e profundos que quase caracterizam a nossa cultura", afirma o pesquisador e economista José Afonso Mazzon, professor de Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA).
Levando em conta todos os fatores históricos, psicológicos e sociais, essa pesquisa só faz confirmar o que nós já pensávamos que o preconceito, esta enraizado na nossa sociedade, e para cortar o mal pela raiz deve começar por dento de nós mesmos.Há solução para o problema que naturalmente seria em longo prazo, a sociedade deveria promover a desconstrução desse padrão valorizado ao extremo, da superioridade entre quaisquer raças, e estimular comportamentos éticos construindo um novo homem valorizado pelo que é pelo que promove em seu meio.
Mas isso é totalmente utópico, pois a sociedade inverteu seus valores, vale mais o dinheiro do que o sentimento.

“Enquanto a cor da péle for mais importante que o brilho dos olhos, sempre haverá guerra.” (Bob Marley)

4.Racismo É Burrice (Gabriel Pensador)
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo que é racista não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da "elite"
Não participe
Pois como eu já disse racismo é burrice




Referências bibiográficas
PNLEM,João Paulo Mesquita. Nova História Integrada.Campinas, São Paulo, 2005.

Revista VEJA, 1996.

Vagalume.uol.com.br. Letra da música de Gabriel O pensador.

As leis do Brasil, leis contra o racismo nº7.716, de 5 de janeiro de 1989.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

HUMOR:DESABAFO DE UM BOM MARIDO


Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica.Então ela disse: 'Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'.Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro nome dela era 'Sempre'.Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha.Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'.No começo Deus criou o mundo e descansou.Então, Ele criou o homem e descansou.Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer. Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada empodá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei.'- Quando você terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a calçada.'Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'.'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido...'

Luís Fernando Veríssimo

Vida longa ao seu bebê


O esporte é importante para construir uma pessoa psicológica e fisicamente. E a prática esportiva é um excelente estímulo para a criança ocupar a mente e desenvolver o corpo.
Para desenvolver um futuro campeão é necessário fundamentalmente levar em conta a idade e o esporte referente ao seu campeão. Informe-se qual o melhor esporte a criança irá se desenvolver, o ideal inicialmente são os esportes básicos, natação, atletismos e ginástica, esses irão desenvolver o corpo e servira de base para os esportes futuros.
Sabemos, contudo que os filhos tendem a seguir os passos dos pais, então é sempre importante que o pai também pratique algum esporte. Às vezes é difícil evitar a influencia porem é sempre bom deixar a criança escolher qual a modalidade que desperta o seu interesse. Você servira apenas de propaganda ao seu filho, se a propaganda for atrativa deixe-o segui-la.
Não coloque seu filho no esporte pensando em formar um atleta de ponta, isso será apenas reflexo dos seus esforços. O mais importante é manter o esporte como uma forma de ocupação e laser para o seu filho. Assim ele irá desenvolver-se saudável física e mentalmente, desviando-se das drogas e qualquer outro problema. Alem de formar para o resto da vida o campeão do papai e da mamãe.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Doce monotonia


Doce monotonia
Como me contagia
Toma-me e completa-me todos os dias
É minha companhia

Ilusória a sensação
De estar em solidão
Pois ela está a me olhar
E sozinha não vai me deixar
Doce monotonia

Sempre as mesmas pessoas
As mesmas saudades
As mesmas conversas
As mesmas vontades
Doce monotonia

Seria realmente doce?
Ou meu paladar já acostumou
Ao gosto de quem já ficou
Doce de tanto provar?

Rotina febril
Que te deixa gentil
Aos olhos dos que de longe ficam a observar
O pássaro sem assas que não consegue voar

Rodam-se os dias
Com as mesmas alegrias
Que só sabem se repetir
E não tem como reagir
Pois é a doce monotonia
Que sempre me contagia

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Empresa padrão


Tema:Humanizar não é só uma questão religiosa.

O mundo trata as pessoas como elas merecem. Se você usar de ferro e fogo, será ferido, caso use do amor e educação receberá em troca felicidade. E quando a situação é civilizar? Isto também nós consideramos recíproco.
A humanidade está carente dos requisitos básicos de tanto “esquecimento” por parte da população desses fundamentos. Essa situação está dando “pano pra manga”, e não é sem motivos...
Uma situação caótica e que tira o sono até mesmo de um Papa é para darmos ênfase, correto? Será que a fé bastaria para cessar a falta de leveza nos atos e palavras da nossa população? Faço de minhas palavras, as do Papa Bento XVI, “a fé e a religião auxiliam na nossa humanização, mas elas sozinhas não bastam”.
Precisamos de uma mão que arrume o nosso berço quando este desorganizar, é necessário alguém para seguir de exemplo e saber que este te educou. A família segue do lado da religião, e ambas unidas, semeiam “o tornar humano”, fazendo com que as pessoas evoluam.
Mesmo unidos não quer dizer que todas fabricações saíram em perfeito estado, padronizados, sempre existem aquelas que saem com defeitos... Mas a nossa preocupação é acabar com a má produção em massa mesmo que não se consiga o 100% desejado, é preciso ir cortando o mal pela raiz. Diluir o problema é um passo fundamental para cessa-lo e conseguirmos assim ser uma empresa respeitada. Trabalharemos juntos, e unidos produziremos melhor, e em alguns anos poderemos alcançar a dádiva e seremos uma empresa 100% padronizada, HUMANIZADA.

Gostaria de fazer parte dessa nova empresa? E assim caminharemos juntos para a reestruturação da nossa humanidade.Seja bem vindo sinta-se em casa.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Conselho de uma adolescente às outras


Não, você não está em um blog de auto-ajuda ou qualquer coisa do tipo... E quem escreveu esse texto não é uma pessoa de meia idade tentando fazer uma lavagem cerebral em você, é uma garota de 16 anos que pensa como você...Esse tema era para variar um pouco do tradicional...

Adolescência é um momento crítico para muitas garotas e garotos dessa sociedade.
O engraçado dessa idade é acharmos que sabemos e podemos tudo, como a gente se engana, e agora quando olho para traz vejo que não sabia era nada.
Dizem que se conselhos fossem bons nós os venderíamos. Mas como eu não ligo para o que pensam deixarei alguns conselhos para que se lembrem de que um dia em sua adolescência pode ler algo que prestou e se libertou.
Primeiramente não entre em modas do tipo “vomite para ficar bela e magra”... Infelizmente isso se espalha pelas adolescentes e garotas de todo o Brasil e do mundo.
Leia jornais e colunas sociais ou veja jornais que façam com que você evolua e possa dar alguma opinião significativa em algum lugar que for preciso (por que ser bonita e burra, se você pode ser bonita e inteligente?), pense que em algum momento você terá que deixar de ler Capricho e Atrevida para saber o que acontece ao seu redor e no resto do mundo.
Não namore com alguém que comece uma conversa com “e aê, minha gata” ou qualquer coisa do tipo (acho que nem preciso explicar o porquê, né?), namore alguém que te faça sentir especial e que lhe arranque um sorriso em um momento que você mais precise e que acima de tudo te respeite.
E um dos mais valiosos conselhos, não culpe sua família, sua mãe, seu pai, seus professores ou amigos por um erro que você cometeu em algum momento da vida, vocês são responsáveis pelos seus atos e nesses momentos não lhe restará ninguém para jogar a culpa, e vocês estarão sozinhos para enfrentá-los.
E outra coisa importante que acabei de me lembrar, procure se alimentar bem, com pratos diversificados e saudáveis. (adolescentes hoje preferem se entupir de trash food e vomitar depois).
Não seja igual suas amigas só por achar divertido e na moda, ser diferente as vezes é o melhor caminho a seguir.


Já errei, já chorei, já ri, e me senti como a que podia e sabia tudo, mas soube olhar para o passado e não me arrepender do que fiz, pois antes de fazer qualquer coisa eu pensei nos riscos para meu futuro. E ainda hoje vivo esses momentos, pois antes de tentar ser uma escritora eu sou uma adolescente.


Shênia.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Trair ou não trair? Eis a questão...


ATENÇÃO
Uma pesquisa feita pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, revela que a diferença entre homens e mulheres está diminuindo com relação à traição:

25,7%
uma entre cada quatro brasileiras já traiu pelo menos uma vez

50,6%o
homem é duplamente infiel

DOS 100 HOMENS entrevistados:
20% acham que as mulheres traem mais
80% assumem que os homens são mais infiéis

DAS 100 MULHERES entrevistadas:
95%acham que os homens traem mais
5% suspeitam que as mulheres são mais infiéis
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A traição é um assunto polêmico e contraditório, há quem diga que os homens traem mais, e existem aqueles que juram que as mulheres são as protagonistas nesse assunto, mas o que querem mesmo é defender o seu peixe.
Antigamente as mulheres eram mais “submissas”, e com isso os homens traiam mais. Hoje, com tantas conquistas e sonhos, passamos de submissas para dominadoras do nosso próprio destino, regendo assim, as nossas opiniões e atos.
Existe uma antiga e muito usada expressão que condiz que os homens são os grandes traidores, “eles são carne fraca” entende? Mas não quer dizer que nós mulheres não temos uma partezinha de culpa nisso, eles alegam que investimos e que as roupas que usamos, são digamos assim... APELATIVAS.
Homens e mulheres afirmam que podem trair por falta de estimulo no namoro e que quando esfria a relação não tem como escapar do desejo de trair, quando a insatisfação bate, é difícil escapar da tentação.
Acredito que NÃO existe uma regra para trair, vai de pessoa para pessoa, ou o grau de insatisfação de cada parceiro. Na verdade para se manter fora dessa cota de traídos é necessário está perto de quem realmente amamos e levarmos a relação a serio, se não, vai ser difícil escapar. Trair ou não trair? Eis a questão...
Mas que fique registrado aqui que sou a favor da fidelidade.

Opine sobre o assunto: participe da nossa enquete.


Shênia.